Concurso TJ GO: saiba como estudar para a prova

O professor do AlfaCon, Álvaro Júnior, fala sobre a banca do concurso TJ GO e dá outras dicas de estudos para os próximos dois meses

A prova objetiva do concurso TJ GO, de caráter eliminatório e classificatório, está marcada para o próximo dia 19 de dezembro. Os interessados em disputar uma das 95 vagas para analista judiciário terão cerca de dois meses de preparação pela frente.

Além das vagas oferecidas, para atuação na área de apoio judiciário, a candidatos com curso superior em qualquer área, e administrativo (46) e judiciária (49), para quem possui graduação em direito, a seleção irá formar cadastro reserva. Os vencimentos são um atrativo, e pagam até R$ 4,2 mil mensais.

As inscrições serão abertas no dia 28 de outubro. Mas os interessados devem iniciar o quanto antes um planejamento de estudos com base no conteúdo programático. Serão cobradas as seguintes disciplinas nas provas objetivas:

  • Língua Portuguesa: 15 questões;
  • História e Geografia de Goiás: 5 questões;
  • Legislação Complementar: 10 questões;
  • Conhecimentos Específicos: 30 questões;

Sendo que as questões de conhecimentos específicos variam de acordo com o cargo almejado:

  • Analista Judiciário – Área de Apoio Judiciário e Administrativo
    – Noções de Direito Constitucional;
    – Noções de Direito Administrativo;
    – Noções de Administração Pública;
  • Analista Judiciário – Área Judiciária
    – Direito Constitucional;
    – Direito Administrativo;
    – Direito Civil;
    – Direito Processual Civil;
    – Direito Penal;
    – Direito Processual Penal;

Para auxiliar os concurseiros a otimizar o tempo que resta para os estudos, o Blog do AlfaCon foi ouvir o professor Álvaro Júnior. Além de dar dicas de estudos, Júnior ainda falou sobre as prova e o que os futuros candidatos podem esperar da banca organizadora, a Universidade Federal de Goiás (UFG).

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Como serão as provas do concurso TJ GO?

Os exames intelectuais do concurso TJ GO terão provas objetivas e discursivas. De acordo com o professor Álvaro Júnior, apesar de não ser tão conhecida pela maioria dos concurseiros, a banca organizadora, a UFG, vem sendo responsável por diversos concuros realizados no estado.

“A UFG costuma privilegiar assuntos que cobrem conhecimentos da ‘letra da Lei’ em 80 a 90% das questões que elabora para os mais variados concursos públicos que realiza. Por isso, os concurseiros que estão se preparando para a seleção do TJ GO devem se preparar com um grande embasamento teórico“, orientou o professor Álvaro Júnior.

A prova objetiva será composta de 60 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas para escolha de uma única resposta. A pontuação total máxima será de 100,00 pontos. O exame terá caráter eliminatório e classificatório.

Já a prova discursiva, também de caráter eliminatório e classificatório, terá a pontuação máxima de 100 pontos. A prova será aplicada no mesmo dia da prova objetiva.

Serão corrigidas 525 provas discursivas para analista judiciário – Apoio Judiciário e Administrativo com as melhores pontuações na objetiva, sendo 380 de ampla concorrência, 45 pessoas com deficiência de 100 da cota de negros.

Para analista judiciário – Área Judiciária, serão 515 avaliações discursivas, das quais 370 de ampla concorrência, 45 pessoas com deficiência de 100 da cota de negros.

A homologação do resultado final do concurso está prevista para 25 de março de 2022. A seleção terá validade de dois anos, a contar da homologação do resultado final, e o prazo pode ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério do Tribunal de Justiça de Goiás, de acordo com o edital.

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Como estudar para as provas do concurso TJ GO?

O professor Álvaro Júnior alerta aos futuros candidatos que a relação entre o conteúdo programático divulgado em edital e o perfil da banca organizadora oferece uma certeza: os concurseiros terão de se dedicar muito à parte teórica e precisarão ter uma boa memória para obter bons resultados no concurso TJ GO.

Os assuntos que o professor destaca como merecedores de atenção no plano de estudos são:

  • Legislação complementar;
  • Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n.º 101/2000);
  • Lei de licitações (Lei n.º 8.666/93 e a Lei n.º 14.133/2021);
  • Direito Constitucional (Analista Judiciário – Área Judiciária);
  • Constituição do Estado de Goiás (Analista Judiciário – Área de Apoio Judicial e Administrativo);
  • Normas do TJ GO;
  • Poder constituinte;

“Sobre o tema ‘Poder constituinte’, não é muito comum ser cobrado em concursos de tribunais. Por isso, os candidatos precisam dar atenção ao tema, especialmente porque, por precisar de estudo de doutrina, está fora do perfil de ‘letra da lei’ que é muito cobrada pela banda”, alertou Álvaro Júnior.

O professor ainda frisou que os candidatos precisarão dosar bem o tempo de estudos teóricos e a dedicação à parte prática, que não pode ser esquecida. Para isso, deixou uma dica de ouro:

“Para otimizar os estudos, já que resta pouco tempo até as provas, uma dica é que, ao realizarem os exercícios, os candidatos, além de entender as alternativas corretas de cada questão, também analisem as incorretas; dessa forma estarão fazendo os exercícios e revisando a parte teórica ao mesmo tempo”, ensinou.

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